quarta-feira, 15 de maio de 2013

Falando de vestimentas:

Falando de  vestimentas:

Na tentativa de auxiliar as pessoas para que possam se vestir de acordo com a religião tradicional Yorubà, compartilhamos algumas fotos, que mostram as mais diversas formas de usar o conhecido pano de cabeça.

Preocupados que estamos com a forma de se vestir de alguns sacerdotes e pessoas iniciadas, na dúvida da falta de informação ou do mal gosto de alguns citamos alguns itens, como referência:

Homem não usa pano de cabeça, usa fila ou kete.

Mulheres jamais deixam rabo de cavalo ou trança para fora do pano de cabeça.

Mulheres usam pano da costa, cobrindo o corpo ou no ombro esquerdo(salvo exceções) 

Homens usam itagbe no ombro esquerdo.

Ileke ihun (fio de contas), é usado para iyaba ou ifá.

Lagidiba é usado por pessoas iniciadas no culto Obaluaye/Omolu e que já tenha mais de dez anos


Monjolo é usado por pessoas iniciadas no culto de Sango

Alabastro é usado por pessoas iniciadas em Obatala.


Segi são usados por pessoas iniciadas no culto de Orísà Ogyian

Abalaye são contas usadas por pessoas mais velhas dentro do culto

Qualquer forma de fios de contas (seja de titulo ou não), não se atravessa ao corpo como bolsa atira-colo 

Para dançar para os Orisás sempre sem exceção se retira os calçados.

As roupas tradicionais podem ser usadas com chinelos, sandálias e sapatos.


Ninguém pode receber um titulo na hierarquia de mando sem estar vestido adequadamente e descalço. 
As mulheres que “incorporam” o Orisá quando dá chegada do Orisá é retirado o pano da cabeça, joias, relógios e adornos.

Os homens quando “incorporam” o orisá é retirado o fila, relógios, joias e adornos.
Os homens jamais devem colocar panos de cabeça estilo turbante.

O ide ifá ( pulseira ), é usado no pulso esquerdo o lado do coração 

O itagbe (estola), é usado somente por pessoas que fazem parte da sociedade Ogboni.

Os homens se assim desejarem podem participar de vários rituais, sem camisa. porém a cintura deverá estar coberta( sokotò ati buba).

Para as mulheres casadas o uso do pano de cabeça é obrigatório em todos os rituais.

Os homens casados jamais se apresentam com a cabeça descoberta.

Os babalawos, não usam Adjas, usam Iroke. O uso do iroke, do Opon e outros instrumentos de Ifá é vetado para mulheres.

O uso do Opele no pescoço é fora de contexto.

As roupas de cor vermelha jamais devem ser usadas por pessoas iniciadas no culto de Obatala, nas festas para esse Orisá, vestir vermelho é considerado uma ofensa. 


As roupas de cor preta jamais devem ser usadas por pessoas iniciadas no culto de Orísà.


Na tradição Yoruba, é comum comprar peças de tecido e todos os membros da casa confeccionarem suas roupas com a mesma estampa.

segunda-feira, 4 de março de 2013




Nenhum homem é abençoado pelo Orísà sem o consentimento de seu Orí. Orí eu te saudo!!!

Entendendo o Orí:
Quando nascemos, o Orí (cabeça), é o primeiro Òrìsà que recebemos, nele trazemos as impressões que estão gravadas no inconsciente, a nossa origem no universo. Ligados a ele por nosso Elédà, (mente superior), e fonte da inteligência para a sobrevivência no Aiyé (Terra), e dele (Orí), geramos toda a força propulsora que nos conduz em nossa jornada não somente para a vida em si mas também na saúde, prosperidade e equilíbrio, o qual está diretamente ligado ao Òrum (Céu), portanto aquele que conhece o próprio destino, da mesma forma que nos conduzirá na passagem do mundo físico ao espiritual, Ikú (a morte).
Assim, Orí = origem do ser = Elédà ( mente superior), está ligado ao Òrum, e ao mesmo tempo ligado à Terra (Aiyé), sobrevivendo após a morte para transmutar a morte física para a vida do espírito, e desta forma guardando em sua memória as marcas de sua origem.
“O pensamento provoca a ação”, “a ação provoca a reação”, e todos os frutos colhidos serão a resposta de nossa conduta, de nosso equilíbrio tanto mental como emocional, e isto é ter bom Orí, que saudaremos Olorire, e para aqueles com um mau Orí diremos Olori Burúkú, aquele de cabeça ruim, fraca.
Olódùnmarè, nosso Deus maior nos deu a perfeição, deixando conosco a sabedoria transcendente, a qual somente poderá ser compreendida com um bom Orí, assim diz o Oríkì (reza), “Nada se faz sem um bom Orí,” nem mesmo nosso corpo tem comando, não anda, não prospera, não tem alegrias, não tem saúde.



Para refletir....

O ritual é uma forma de comunicação que demonstra que aquilo que você acredita e tem valor.
Todo ritual tem um custo, pode ser dedicação, disciplina, dinheiro, trabalho, tempo, etc. O ritual une as pessoas em torno dos valores que elas acreditam e compartilham. O consenso do grupo que acredita promove a união, o fortalecimento dos laços e valoriza ainda mais a fé.



* Bate papo com Dr. Venâncio P. Dantas 

Assim Eu vejo Odu Ifá:

Olodumare criou este planeta e deixou aqui os 16 anciões ODU como nossos guardiões.
E de merindilogun recebemos estas orientações:

Eji ogbe diz: cuida da tua cabeça e respeita os teus mais velhos.
Obara diz: cuida da imagem que mostra os outros e guarda teus projetos para não despertar a inveja.
Odi diz: todo aquele que trabalhar árduo recebera recompensa, mais lembre se não seja traidor daqueles que confiaram em ti.
Osà diz : cuidado com força da tua palavra, ela pode te escravizar.
Ofun diz: cuida da tua religiosidade para não ser um amaldiçoado.
Osè diz: cuida dos teus sentimentos para não ser vulgar.
Okanran diz: todo ladrão será punido.
Owonrin diz: não guarde tuas enxadas no celeiros para ficar pedindo bênçãos do Orun.
Irosun diz: honra os teus antepassados 
Eji oko diz: cuida da educação dos teus filhos.
Eji lasebora diz: você será lembrado pelos teus descendentes.
Ika diz: o teu limite é a morte física.
Ogunda diz: a obsessão te levará a loucura.
Oturupon diz: Ouça o conselho dos mais velhos e aplica os em tua vida. 
Ofun kanran diz: cuida do teu caráter .
Irete diz: Aquele que for digno carrega grandes honras em sua cabeça.


Bábà Olúdàré

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Iyá mí Osórongà


 
 
 
 
 
 
Iyá Mi Osorongá ( Ìyá Mi Osorongà ) é a síntese do poder feminino,
claramente manifesto na possibilidade de gerar filhos e, numa noção 
mais ampla, de povoar o mundo. Quando os iorubás dizem "nossas mães 
queridas" para se referirem às Iyá Mi, tentam, na verdade, apaziguar 
os poderes terríveis dessa entidade.
Donas de um axé tão poderoso quanto o de qualquer orixá, as Iyá Mi 
tiveram seu culto difundido por sociedades secretas de mulheres e 
são as grandes homenageadas do famoso festival Gèlèdè, na Nigéria, 
realizado entre os meses de março e maio, que antecedem o início das 
chuvas do país, remetendo imediatamente para um culto relacionado à 
fertilidade.Poder procriador, tornaram-se conhecidas como as senhoras dos 
pássaros e sua fama de grandes feiticeiras as associou à escuridão 
da noite; por isso também são chamadas de Eleyé  e as corujas são 
seus maiores símbolos.
A sua relação mais evidente é com o poder genital feminino, que é o 
aspecto que mais aproxima a mulher da natureza, ou seja, dos 
acontecimentos que fogem à explicação e ao controle humano. Toda 
mulher é poderosa porque guarda um pouco da essência das Iyá Mi; a 
capacidade de gerar filhos, expressa nos órgãos genitais femininos, 
sempre assustou os homens e as cantigas entoadas durante o festival 
Gèlèdè fazem alusão a esse terrível poder -- que não pertence apenas 
às Iyá Mi, mas a qualquer mulher.
Mãe destruidora, hoje te glorifico:
O velho pássaro não se aqueceu no fogo.
O velho pássaro doente não se aqueceu ao sol. 
Algo secreto foi escondido na casa da Mãe ...Honras à minha Mãe!
Mãe cuja vagina atemoriza a todos.
Mãe cujos pêlos púbicos se enroscam em nós.
Mãe que arma uma cilada, arma uma cilada.
Mãe que tem potes de comida em casa.
As mães são compreendidas  como a origem da humanidade e seu grande 
poder reside na decisão que tomar sobre a vida de seus filhos. É a 
mãe que decide se o filho deve ou não nascer e, quando ele nascer, 
ainda decide se ele deve viver. A mulher, especialmente nas 
sociedades antigas, tinha inúmeros recursos para interromper uma 
gravidez. E, até os primeiros anos de vida, uma criança depende 
totalmente de sua mãe; se faltarem seus cuidados a criança não 
vinga. Em síntese, todo ser humano deve  a vida a uma mulher. Se 
todas as mulheres juntas decidisses não mais engravidar, a 
humanidade estaria fadada a desaparecer. Esse é o poder de Iyá Mi: 
mostrar que todas as mulheres juntas decidem sobre o destino dos 
homens.
Mãe todo-poderosa, mãe do pássaro da noite.
Grande mãe com quem não ousamos coabitar
Grande mãe cujo corpo não ousamos olhar
Mãe de belezas secretas
Mãe que esvazia a taça
Que fala grosso como homem,
 
Grande, muito grande, no topo da árvore iroko,
Mãe que sobe alto e olha para a terra
Mãe que mata  o marido mas dele tem pena.
Iyá Mi é a sacralização da figura materna, por isso seu culto é  
envolvido por tantos tabus. Seu grande poder se deve ao fato de 
guardar o segredo da criação. Tudo que é redondo remete ao ventre e, 
por conseqüência, as Iyá Mi. O poder das grandes mães é expresso 
entre os orixás por Oxum, Iemanjá e Nanã Buruku, mas o poder de Iyá 
Mi é manifesto em toda mulher, que, não por acaso, em quase todas as 
culturas, é considerada tabu.
As denominações de Iyá Mi expressam suas características terríveis e 
mais perigosas e por essa razão seus nomes nunca devem ser 
pronunciados; mas quando se disser um de seus nomes, todos devem 
fazer reverencias especiais para aplacar a ira das Grandes Mães e, 
principalmente, para afugentar a morte.
As feiticeiras mais temidas entre os iorubás e nos candomblés do 
Brasil são as Àjé e, para referir-se à elas sem correr nenhum risco, 
diga apenas Eleyé, Dona do Pássaro. O aspecto mais aterrador das Iyá 
Mi  e o seu principal nome , com o qual tornou-se conhecida nos 
terreiros, é Oxorongá, uma bruxa terrível que se transforma no 
pássaro de mesmo nome  e rompe a escuridão da noite com seu grito 
assustador.
 
As Iyá Mi são as senhoras da vida, mas o corolário fundamental da 
vida é a morte. Quando devidamente cultuadas, manifestam-se apenas 
em seu aspecto benfazejo, são o grande ventre que povoa o mundo. Não 
podem, porém, ser esquecidas; nesse caso lançam todo tipo de 
maldição e tornam-se senhoras da morte.
O lado bom de Iyá Mi é expresso em divindades de grande fundamento, 
como Apaoká, a dona da jaqueira, a verdadeira mãe de Oxóssi Dizem 
que o deus caçador encontrou mel aos pés da jaqueira e em torno  
dessa árvore formou-se a cidade de Kêtu.
Os assentamentos de Iyá Mi ficam junto a grandes árvores como a 
jaqueira e geralmente são enterrados, mostrando a sua relação com os 
ancestrais, sendo também uma nítida representação do ventre. As Iyá 
Mi, juntamente com Exú e os ancestrais, são evocadas nos ritos de 
Ipadé, um complexo ritual que , entre outras coisas, ratifica a 
grande realidade do poder feminino na hierarquia do Candomblé, 
denotando que as grandes mães é que detém os segredos do culto, pois 
um dia, quando deixarem a vida, integrarão o corpo das Iyá Mi, que 
são, na verdade, as mulheres ancestrais.

Comida Sacra

Amalá, comida oferecida ao Orísà Sángò.

 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

SUA ALMA ACORDA QUANDO SEU CORPO DORME!






SUA ALMA ACORDA QUANDO SEU CORPO DORME!


Quando dormimos, nossa alma acorda. Não somos o nosso corpo, em essência, somos a consciência que habita nosso corpo. Quando adormecemos o corpo, diminuímos o metabolismo físico, relaxamos a mente e com isso permitimos que nossa consciência -que está sediada na alma- se desligue temporariamente e viaje pelos mais diferentes locais nas dimensões extrafísicas.
DIFERENTES ASSÉDIOS
Podemos viajar na presença de nossos amigos espirituais e seres de Luz, se estivermos sintonizados em vibrações positivas. Nessa condição, normalmente quando acordamos nos sentimos bem, realizados e felizes com a vida.
Podemos também ser assediados por espíritos sombrios, por bagunceiros do plano espiritual, por desafetos de outras vidas e até por outros seres encarnados que estejam também em projeção astral. Isso tudo depende da condição na qual vamos dormir. E, no caso desses tipos de assédios -infelizmente muito comum- costumamos acordar com diversas sensações ruins, como dores de cabeça, mal-estar, desânimo pela vida, entre outros.
Podemos ficar presos aos nossos corpos por conta da aceleração do metabolismo provocada por erros na alimentação e, dessa forma, nem sairmos em projeção. Isso também acontece quando estamos hiperativos mentalmente.
Nestes casos, o que ocorre é que o corpo físico relaxa parcialmente e com isso a nossa consciência não se liberta por completo. Normalmente, nessas situações, após o período do sono, a pessoa relata que não conseguiu descansar direito e mesmo depois de ter dormido por várias horas, não encontra uma sensação de plenitude física e mental.
A PROJEÇÃO ASTRAL
É a faculdade que a alma tem de se projetar para fora do corpo físico durante o sono, mantendo-se ligada ao corpo denso por meio do cordão de prata.
Basicamente existem dois tipos de projeção: a consciente, em que o projetor tem discernimento sobre seus atos e pensamentos, e a não consciente, em que não há lembrança da saída do corpo. Portanto, todos estamos habilitados a realizar esta prática. Acontece comigo, acontece consigo, acontece com todo mundo, pois essa é uma natureza da alma humana. Todavia, muitas pessoas costumam achar que isso é loucura; que não é possível.
E QUANTO AOS SONHOS?
Quando dormimos, nossa consciência experimenta basicamente três principais padrões. São eles:
1 - Sonhos construídos com base nos elementos vivenciados durante o dia. Nesse caso, a pessoa costuma sonhar com situações misturadas, que reúnem elementos confusos, como entrar por uma porta, depois se ver em uma cadeira, depois observar um cachorro, conversar com o chefe, brigar com o vizinho, depois entrar num circo em que o palhaço vai embora, e mais tarde tomar um copo de suco, dentro de um elevador, que tem asas e voa até uma cozinha, que tem o Tiririca como cozinheiro, e assim por diante. Resumo, nada se liga a nada.
Este tipo de sonho manifesta o padrão mental desorganizado, agitado, tenso, cansado. É a reunião de burburinhos mentais que só revelam que a pessoa está precisando desacelerar a mente.
2 - Recordações de vidas passadas... Quando os sonhos têm mensagens sempre muito parecidas e afetam o emocional da pessoa com grande intensidade, eles dão indícios de ter relação com situações de vidas passadas que afloram durante o sono como uma recordação perturbadora. Aqueles sonhos que carregam sempre os mesmos elementos, como uma guerra, uma perseguição, um abandono ou uma situação específica, que a pessoa já sonhou repetidas vezes, manifestam provavelmente recordações de vidas passadas.

3 - Encontros espirituais nas projeções astrais. Quando estamos libertos do corpo físico, apenas ligados pelo cordão de prata, podemos, como já citado, ter diversas vivências em várias situações e contatos com outras consciências extrafísicas, de amor (ou não), de luz (ou não). Também podemos encontrar parentes e amigos desencarnados. Nesses casos, muitas vezes a pessoa ao acordar não se lembra de nada, mas nas situações em que a memória "funciona bem", qualquer um pode perceber a nitidez e a riqueza de detalhes na qual a experiência aconteceu.
O MAIOR APRENDIZADO
Para ter uma projeção astral proveitosa e harmoniosa é necessário adquirir o hábito de nos prepararmos consciencialmente para o sono, equalizando nossos pensamentos em elevadas vibrações, purificando nosso espírito, acalmando a nossa mente e procurando manifestar uma intenção positiva.
É importante a realização da prece, magnetizada pela vontade de servir aos planos de Luz naquilo que os seres de amor entendam ser a tarefa adequada para nós.
Também podemos e devemos pedir treinamentos e instruções nas escolas do plano espiritual, com o objetivo de seguirmos evoluindo na experiência física.
Prepare-se para o sono, cuide da sua energia antes de embarcar na viagem da alma e jamais, de maneira alguma, adormeça nutrindo sentimentos de raiva, revolta, vingança e mágoa, porque eles podem ser o elo de ligação entre a sua alma e os planos mais densos com seus representantes...

POR BRUNO J. GIMENES

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mensagem do meu Irmão Bábà Olútoye










Hoje estive pensando sobre os antigos hábitos do candomblé,
Quando deparei-me com uma postagem de uma casa tradicional de culto, aqui no face book.
Diziam lá, sobre a carnavalização do Candomblé.
É muito triste saber, que tudo está mudando. Admitimos sim, a evolução como tudo no mundo mas, os hábitos tradicionais, não podem ser mudados.
Quando falo sobre hábitos, quero dizer, a educação de asé, na qual inclui-se respeito aos mais velhos, à hierarquia , aos costumes, inclusive os trajes e paramentos rituais, onde hoje vemos tais mudanças que além de carnavalizar o nosso culto, fogem completamente às tradições de nossos ancestrais.
O mais interessante, é saber que tais comentários partem de casas tradicionais, que mantém suas casas descendentes aqui no nosso estado, com tais hábitos, ou seja, um verdadeiro festival de fantasias de Orisa.

Hoje, nos candomblés modernos, não há mais a necessidade de se dobrar os couros para anunciar a chegada de uma personalidade do culto, ou alguém mais velho, ou que seja, um babalorisa que tenha ido visitar a casa.
Hoje não se vê um abiã ou um iyawo novinho que tenha respeito pelos anos de um mais velho.
Não se vê mais tomarem benção ou fazerem qualquer tipo de reverencia que aponte respeito.
Hoje os trajes e os fios de contas que usam não os distinguem da maioria. Contas coloridas de todos os tipos, onde uma miscelânea de cores confundem-se com o verdadeiro simbolismo do Orisa.
Os trajes e a indumentária de uma pessoa, falam exatamente o posto que ela ocupa.
Consegue-se distinguir quem é abiã, iyawo, quem tem obrigações dadas, quem é egbonmi quem é ekeji e assim por diante.
Hoje você vê iyawo de torço com abas, pano de cintura e fios apurados, ridículo. Onde foram parar nossos mais velhos que não os ensinam?
Fazemos questão que na nossa casa, as tradições sejam mantidas. Não podemos deixar se perder uma tradição de tantos anos.

 O Respeito ainda é tudo...

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Reciclar o lixo é o mais inteligente a se fazer

O LIXO NOSSO DE CADA DIA
O Brasil produz cerca de 230 mil toneladas de lixo por dia. Deste total, 55% são destinados a céu aberto em lixões que, sem tecnologia e sem tratamento, contaminam reservas de água potável do subsolo.
Você imaginava que água e lixo estavam tão ligados?
Cerca de 35% do lixo coletado poderia ser reciclado ou reutilizado, e outros 35% poderiam ser transformados em adubo orgânico.
RECICLAGEM. A ATITUDE MAIS SENSATA E INTELIGENTE A ADOTAR
A maior parte do que descartamos achando que "não serve mais" - jornais, revistas, cadernos, embalagens de papelão, plástico, vidro, ferro e alumínio - é material reciclável, isto é, matéria-prima colocada no lugar errado.
Quando jogados no lixo, muitos destes materiais levam centenas ou até milhares de anos para se decompor (veja tabela de decomposição). Além de aumentarem o volume do lixo disposto nos aterros, poluem o solo e os lençóis freáticos, causando grandes danos ao meio ambiente e à saúde pública.
Evitar o desperdício e reciclar o lixo é o melhor meio de transformar a preservar o meio ambiente e evitar a extração de recursos naturais e o corte de árvores.
Através da coleta seletiva, podemos ajudar a aumentar a vida útil dos aterros sanitários, otimizar o orçamento do município com a limpeza da cidade, reduzir as despesas dos condomínios e empresas com a contratação de prestadores de serviço para a retirada do lixo extraordinário e ainda transformar o lixo reciclável em uma grande fonte de renda, através da venda dos materiais recicláveis.